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quarta-feira, 8 de junho de 2011

Psicologia na Rede - Exercício

07 de Junho de 2011

1) Qual a relação existente entre personalidade e meio ambiente?
R: A sociedade, através da sua cultura, normas, padrões, relações elas podem influenciar na formação do comportamento humano. A personalidade é um conjunto de traços psicológicos com propriedades particulares, relativamente permanentes e organizados de forma própria. Ela se revela n interação do individuo com o meio ambiente, ou seja, se adéqua ao meio em que se manifesta podendo se individualizar de acordo com a maneira de pensar, sentir e agir de cada pessoa.

2) Explique o conceito de Personalidade.
R: Personalidade compreende um conjunto de características, dinâmicas e individuais que constituem o psicológico, e interferem no modo do comportamento de cada individuo. Cada pessoa possui sua própria personalidade e esta se molda com o passar do tempo. Em suma, personalidade são características psicológicas, sua organização e propriedades.

3) Quais os perigos da utilização da avaliação da personalidade como instrumento de seleção pessoal?
R: A avaliação da personalidade como forma de avaliação de seleção pessoal torna-se limitada pelo fato que essa avaliação indica certos aspectos que podem ser positivo ou negativo, que dependem da circunstância a qual foi apresentada. Dessa maneira pode-se concluir que a avaliação de personalidade pode entender as características, e não compreende-las.

4) Que são barreiras situacionais, interpessoais e intrapessoais?
R: Barreiras são frustrações, ou impedimento a satisfação de um motivo. Elas são de três tipos: situacionais, que pose ser física, como o próprio nome sugere, ou de ambigüidade, quando há a ausência de indicadores claros , que impede o individuo de realizar o objetivo. Interpessoais, constituída por pessoas ou grupo que impede a satisfação; e interpessoais, quando o individuo não consegue atingir seus objetivos por deficiência física ou mental, ou quando há motivos conflitantes, próprios da pessoa, relacionada a subjetividade.

5) Quais os problemas da avaliação de personalidade encontrados pelos psicólogos?
R: Primeiro porque é impossível medir as características da personalidade. Segundo porque a própria personalidade tem infindáveis interpretações e descrições, por isso, se torna complicado identificar um número operável de traços úteis para descrever o individuo e predizer seu comportamento. Terceiro porque a personalidade assume dimensões e relevância diferentes em cada situação, não podendo, portanto, definir como o individuo se comportará em diferentes situações.

O estudo de caso a seguir refer-se a um exercício feito em sala, retirado do capitulo 12 do livro psicologia aplicada à administração.

Uma grande companhia de seguros estabeleceu, dentro de seu plano de incentivos, um prêmio de excelência para seus gerentes. Esse prêmio era constituído por uma quantia em dinheiro equivalente a um terço do salário mensal. A distribuição era feita com base na avaliação realizada pelos superiores quanto a adequação do gerente à companhia, ou seja, a seus padrões de comportamentos e normas e também quanto à sua produtividade. A ênfase, entretanto, era dada aos padrões de comportamento. O premio de excelência foi implantado durante um ano, sendo observadas as seguintes conseqüências na companhia: alto grau de tensão e ansiedade entre os gerentes, tanto naqueles que receberam quanto naqueles que não receberam o prêmio de excelência. Entre os gerentes beneficiados com o prêmio de excelência, não se observou aumento de produtividade relevante e alguns deles abandonaram a companhia. Entre os que permaneceram, observou-se uma reação muito crítica á política de incentivos adotada e a própria companhia.

  1. Explique e Justifique as causas das conseqüências observas, fundamentando-se nas teorias já estudadas.
R: Acredita-se que a tipologia motivacional parte de características pessoais, isso implica que as causas da motivação no trabalho é uma responsabilidade de próprio individuo. Em analise ao estudo, aborda-se o hedonismo em que as pessoas em busca de satisfação e recompensas maximizam suas ações, sejam elas pessoais ou profissionais. Quando se fala no texto “Entre os gerentes beneficiados com o prêmio de excelência, não se observou aumento de produtividade relevante e alguns deles abandonaram a companhia. Entre os que permaneceram, observou-se uma reação muito crítica á política de incentivos adotada e a própria companhia" refere à teoria de Herzberg onde existem elementos que quando presentes motivam como o prêmio de excelência e outros que quando ausente não interfere no processo de organização. Para os cognitivistas essa reação dos funcionários é dada pelos valores e expectativas do individuo em relação ao meio, ou seja, o desejo de atingir certos objetivos aumenta a capacidade de desempenhá-los ou afasta-os.

2. Sugira soluções e Alternativas para esse plano de incentivo.
R: O primeiro passo é adequar à política de incentivos a produtividade e não aos padrões de comportamento que são influenciados pela personalidade. A produtividade, enquanto comportamento pode ser reforçada, e então aumentada. Já a personalidade não tem essa características principalmente porque não existe igualmente em todas as pessoas, e também não podendo ser reforçado, por isso há abandono, inclusive daqueles que foram beneficiados.

Surgimento da Psicanálise

POSTADO POR Kétura Marrary - PSICOLOGIA NA REDE - 28/05/2011

O nascimento da psicanálise está intrinsecamente ligado ao nome de Sigmund Freud. Ao ter contato com o método criado por Breuer para tratar jovens histéricas e apropriar-se deste, aperfeiçoando-o, Sigmund Freud começa a criar uma teoria baseada em sua observação clínica com essas jovens, a psicanálise. Ele percebe que os sintomas histéricos são resíduos e símbolos de experiências traumáticas ligadas a sexualidade infantil, embora estes não sejam lembrados por suas pacientes histéricas. Freud, então, passa a pensar a existência de uma instância psíquica que não seja consciente, onde estejam guardadas todas as experiências pelas quais o indivíduo passou; e é a partir de suas considerações sobre a histeria e o incosciente que vai surgir e se consolidar sua teoria psicanalítica.


A PRIMEIRA TEORIA SOBRE A ESTRUTURA DO APARELHO PSÍQUICO

Essa teoria diz a respeito de três sistemas ou instâncias psíquicas:inconsciente, pré-consciente e consciente. Pra mim esta teoria é o primeiro passo para entendermos a personalidade de cada pessoa, foi a primeira concepção dada por Freud sobre o funcionamento da personalidade. O inconsciente é o "É o conjunto de conteúdos não presentes no campo atual da consciência. Conteúdos reprimidos que não tem acesso ao pré-consciente/consciente, pela ação de censuras internas, ou seja, o inconsciente tem suas próprias leis de funcionamento. O pré-consciente é onde estão os conteúdos que a consciência pode acessar, é aquilo que pode estar presente neste momento na consciência e em seguida pode não estar. O consciente é o sistema do aparelho psíquico que recebem as informações do mundo exterior e do mundo interior ao mesmo tempo. Em minha opinião é o "hoje de manhã, hoje à tarde, hoje à noite". É o momento em que percebemos e nos mantemos atentos as coisas ao nosso redor, envolve o nosso raciocínio.


Fases de Organização da Libido


Em “Os Três Ensaios Sobre a Sexualidade”, Freud (1905) discorre sobre sua teoria da sexualidade infantil e coloca em questão aquilo que se era pensado pela sociedade de sua época: que a pulsão sexual está ausente nas crianças e só desperta quando elas passam pela puberdade. Para ele, esse é um grande equívoco, já que as pulsões sexuais encontram-se nas crianças desde o nascimento; o que acontece é que as pessoas lembram muito pouco de sua infância e as experiências associadas ao sexual são recalcadas, em sua maioria, porque carregam a culpa de não se dar valor ao período infantil no desenvolvimento da vida sexual.Freud em suas investigações na prática clinica descobriu que a maioria dos pensamentos e desejos reprimidos referia-se a conflitos de ordem sexual localizados na vida infantil, colocando a sexualidade no centro a vida psíquica. Percebeu que as ocorrências desse período da vida deixam marcas profundas na estruturação da pessoa.

Os principais aspectos dessas descobertas foram que a função sexual existe desde o principio da vida; o período de desenvolvimento da sexualidade é longo e complexo até chegar à sexualidade adulta. Freud postulou as fases do desenvolvimento sexual em:

Fase oral – zona de erotização é a boca,

Fase anal – zona de erotização é o ânus,

Fase fálica – zona de erotização é o órgão sexual,

Latência – caracteriza por uma diminuição das atividades sexuais, um intervalo na evolução da sexualidade.

Fase genital – quando o objeto de erotização ou de desejo não está mais no próprio corpo, mas em um objeto externo ao individuo, o outro.

No decorrer dessas fases vários processos e ocorrências acontecem, eventos como o complexo de Édipo onde a mãe é objeto de desejo do menino e o pai é o rival que impede seu acesso ao objeto desejado.

SEGUNDA TEORIA DO APARELHO PSÍQUICO

Na segunda teoria do aparelho psíquico são introduzidos novos conceitos aos três sistemas da personalidade: id, ego e superego.

O id refere-se ao inconsciente, é regido pelo principio do prazer, da satisfação, nele não há limites, é impulsivo. E é nele que se localizam as pulsões: de vida e a de morte. O ego é ponto de equilíbrio entre o id e o superego, é o chamado "realista", é o que percebe, pensa, sente, lembra, é e sabe dosar as exigências do id e as ordens do superego. O superego eu diria que é aquele "CASTRADOR", o que é muitas vezes mal visto. É o que reprime, proibi, impõe limites (autoritário), é aquele que sempre nos faz pensar se "... Isso é errado, não devo fazer. Já aquilo é certo.”; está relacionado com as questões morais e ideais, com as nossas crenças e valores. Contudo penso que há pessoas que sabem lidar muito bem com seu superego bastante atuante, muitos utilizam como uma arma ao seu favor, embora outros não saibam.



Referência Bibliográfica:

Texto “A psicanálise” (trabalhado em sala de aula).

FREUD, Sigmund (1900 – 1901) A interpretação dos Sonhos (I). Edição Standard Brasileira das Obras Psicológicas Completas de Sigmund Freud. Imago: Rio de Janeiro, 1996;

Você sabe o que significa Psicologia?




Sim? Não? Talvez? Muitos que aqui chegaram não entendiam muito bem o que essa disciplina representava. Demos inicio as postagens sobre as aulas de estudo da psicologia e nem se quer explicamos a origem do seu nome, e muito menos o significado do seu símbolo. Então, corrigindo esse ‘erro’, veja agora o significado do nome e da simbologia da psicologia:

- A letra(23a do alfabeto grego) corresponde ao nosso "psi" (adotado em todos os países como representação da Psicologia).

- As duas serpentes indicam OS SABERES (pluralidade) sobre essa ciência.

- Os dois ramos de Louro (na parte inferior do símbolo) no mundo clássico significavam: glória, honra, orgulho, triunfo, vitória, laurel, preito, homenagem.

A palavra Psicologia, por sua vez, é de origem grega e significa “psique” – alma; mente. e “logos” razão ou estudo. Ou seja, é uma ciência que estuda o comportamento e os processos mentais, tendo que tem como foco principal o indivíduo.

O que você entende por subjetivar a objetividade e objetivar a subjetividade?


No geral, a fonte de estudo da psicologia é o homem em suas expressões visíveis e invisíveis, singulares e genéricas. Essas expressões, por sua vez, são resultado das relações sociais e da constituição biológica do individuo, já citadas aqui no blog, e constituem o que chamamos de SUBJETIVIDADE. A subjetividade é, portanto, o nosso comportamento, pensamentos, sensações, e emoções, particulares ou comuns, e que estão em constantes mudanças, ou seja, a subjetividade é dinâmica. Objetividade, por sua vez, é derivada de objetivo, classificada pela ciência como “externa à consciência; resultado de observação”, e pelo dicionário como “alvo; fim”; “procedente de sensações; matéria”.
Quando falamos em OBJETIVAR A SUBJETIVIDADE falamos na “ forma como se expressam os aspectos internos supracitados (visíveis, invisíveis, singulares ou comuns)”. Tornar “concreto” nossos pensamentos, nossa sensações, através de determinados instrumentos, ou seja, dar forma ao subjetivo. Quando penso algo (subjetivo) e emito meu pensamento através da fala ou da escrita (objetivo), por exemplo, estou objetivando a minha subjetividade! No entanto, quando faço o contrario, ou seja, interpreto a fala de alguém, estou subjetivando a objetividade do outro! SUBJETIVAR A OBJETIVIDADE é, portanto, “a forma como se percebe um determinado evento e se apropria deste; como se alcança o sentido da 'coisa'.”.
É válido lembrar que uma mesma situação pode determinar emoções e compreensões diferentes. Por exemplo: a opinião emitida por um crítico em um jornal não é entendida e aceita por todos da mesma maneira. Cada um subjetiva cada objetividade à sua maneira.